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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

BRUXARIA ITALIANA - STREGHERIA

Stregheria é um termo usados para a antiga Bruxaria italiana, como também para se referir a um movimento moderno neopagão surgido na Itália e nos Estados Unidos a fim de resgatá-la. Na língua italiana, "Stregoneria" significa simplesmente Feitiçaria. Portanto para se falar de tradições mágico populares italianas, o que em inglês se chama de italian folk magic, se usa o termo stregoneria italiana. Como em italiano se usa Stregoneria tradizionale para se falar da Bruxaria Tradicional; Stregoneria Tedesca para se falar da Feitiçaria Germânica; stregoneria inglese para se falar da Feitiçaria inglesa, etc.
Para algumas pessoas, a Bruxaria Italiana é tida como a "Velha Crença" (Vecchia Credenza em italiano), culto pagão italiano com origens nos velhos mistérios Egeu-Mediterrâneos, no Cultus Deorum Romanorum (Culto Imperial ou Religio Romana, reconstruido pelos pontífices da Nova Roma), no século IV EC, e resgatada dentre os séculos X ao XV, principalmente no século XIV com as peregrinações de Arádia, morta no XVI e reconstruida do século XVII em diante. A stregheria é uma religião iniciática imposta por diversos clãs, na maioria hereditários e extremamente herméticos.
Já para outras, a Stregoneria é simplesmente a prática de feitiçaria de influências italianas, desvinculada de religião, já que para Bruxaria Tradicional a mesma não é considerada uma 'Religião' per se, mas sim um Ofício, uma prática de feitiçaria independente da religiosidade.
O Culto das Streghe Neo-Pagãs centra-se na figura da Deusa Diana. Mas este Culto, deve-se deixar claro, é aquele mantido por praticantes modernos, e não correspondem a Bruxaria Italiana como um todo. Deve-se dizer ainda, como demonstrativo da variedade de práticas e pensamentos ligados a 'Stregoneria' que há muitos Stregoni e Streghe que focalizam sua prática em Numis, ou Deuses da "Mitologia" Romana (Politeísmo Romano), Santos Católicos, enquanto há outros grupos e praticantes que se focam na figura do Diabo e demônios menores. Portanto, não é possível generalizar a 'Stregoneria' como uma prática única, ou como um único Culto.
Quando feito dentro de famílias ou em grupos de práticas, os rituais da Feitiçaria Italiana também buscam a cura, a fertilidade e a prevenção ou quebra do mal olhado, também conhecido como malocchio ou jetattura, bem como o amaldiçoamento de seus inimigos e feitiçaria para diversos fins, sejam benéficos ou maléficos.
Dentro das tradições das streghe ocorrem também ritos solares, obedecendo tanto às estações do ano, quanto à ciclos de plantio e colheitas nas diferentes regiões da Itália.
Os streghe ou feiticeiros se reúnem às noites de lua, dependendo de seu crescente ou declínio, e nos dias de sol intenso. À lua cheia são revelados os mistérios da tradição, enquanto os rituais solares são voltados para a adoração e a iluminação, e ainda o contato com a natureza, tão importante para nós. Os elementos têm muita importância para os streghe, e uma das práticas secretas é a Arte das Transmutações, em que se utiliza o magnetismo do olhar para impregnar pessoas e coisas, como os benzedeiros chamam de "Luz nos Olhos" ou "Olhar de Fogo", para os bruxos. O Brilho do olhar pode ser usado para o bem ou mal, mas a maioria dos streghe utilizam o fogo (para libertaçao) e a água (para purificação), visualizando o corpo em questão cheio destes elementos. A stregaria também mantém contato com espíritos familiares, elementais, anjos e devas, etc., mas tudo com objetivos definidos, sejam materiais ou de desenvolvimento espiritual. Muitas tradições que se voltaram para o cristianismo mantiveram o simbolismo strega pelas gerações, e hoje constituem alguns dos principais grupos mantenedores da stregaria no Brasil. Apesar de misturada e muitas vezes enraizada no Cristianismo esotérico e no hermetismo, a stregaria mantém suas antigas tradições e rituais mediterrâneos, que morrem com os membros, mas cedo ou tarde retornam na família, através de sonhos, inspirações e até mesmo uma curiosidade.
A Stregheria passou a ser conhecida graças ao folclorista Charles G. Leland, que no final do século XIX escreveu obras sobre o tema, entre as quais se incluem Aradia, Il Vangelo delle Streghe Italiane e Etruscan and Roman Remains in Popular Tradition. Leland conseguiu este material na Florença, onde mantinha contato com mulheres que se intitulavam Strege (Bruxas em Italiano).
A maioria dos Clãs de Stregoneria são Politeístas, tendo um Panteão cheio de Deuses, Semi-Deuses e Raças de Espíritos, todos eles criados das deidades supremas que são Diana. Alguns praticantes, no entanto, mantém seu culto firmado em algumas deidades, criando com elas uma espécie de aliança, não necessariamente sendo Diana, embora, indubitavelmente ela seja a mais cultuada.
As bases dos mistérios Stregonesci vieram principalmente de influências Etruscas. É importante lembrar, porém, que os romanos e assim, os ítalos tiveram muito contato com outros povos, dado à posição comercial e geográfica que os privilegiou em muitos momentos da história. Desta forma, desde os celtas que viveram no norte da Itália aos cultos e tradições trazidos pelos gregos que se instalaram na Magna Grécia, na Sicilia, influenciaram muito os modos, tradições e crenças das streghe, das fazedoras de magia, de curas.
Hoje, muitos praticantes de Bruxaria Italiana têm seus cultos e crenças enraizados também no Cristianismo e na cultura judaico-cristã, pois com a conversão dos romanos, muitos deuses e seus templos e cultos ganharam esse caráter, embora não tenham perdido sua essência e importância entre os praticantes recém-convertidos. Estes são atualmente aqueles que fazem suas curas em nome de Santa Luzia, São Miguel ou São Pedro, mas com magias e rezas, além do uso de ervas, plantas e especiarias.
Animulare, Tanara, Janare, Strie, Strighe, Borde, Magare, Majare, Cogas, Masche, Basure são palavras sinônimas para "strege" em diversos dialetos italianos. Foram erroneamente tidas como 'Tradições de Bruxaria', mas na verdade são apenas palavras de diversos dialetos.
A Stregheria contém em si várias ramificações que são chamadas de Clãs ou Tradições. Um Clã é formado por um conjunto de regras, liturgias, mitos e práticas em comum, onde os Stregoni e Strege estão ligados entre si pela linhagem.
Outros grupos ainda, não tem um nome específico porque se desenvolvem em regiões, como resultado das vilas daqueles locais, ou em famílias. Nem sempre as famílias abrem ou mesmo assumem suas práticas mágicas, religiosas ou espirituais, por isso são muito pouco conhecidas.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

ERVAS - E SUA UTILIZAÇÃO


Arruda – Ótimo protetor astral, desagrega larvas astrais e energias enfermiças. Quebra as formações energéticas negativas resultantes de acúmulos de pensamentos negativos e de atuações do baixo astral.
Alecrim – Desagrega energias enfermiças, limpa e purifica o ambiente, criando uma “esfera” de proteção; boa contra obsessão; afasta a tristeza.
Alfazema – Ajuda a equilibrar nossas energias, limpa e purifica o ambiente trazendo a paz e harmonia.
Anis-estrelado – Atua melhorando nosso humor; desperta a intuição; torna o ambiente agradável e desagrega energias negativas.
Absinto – Losna – Em banhos, ela desagrega fluidos negativos. Na defumação, afasta influência negativa.
Alho (casca) – Desagrega as energias negativas de ordem sexual, protege contra influências negativas e purifica o ambiente.
Artemísia – Quebra as correntes de pensamentos negativos e traz proteção.
Bambu – Contra influências negativas.
Botões de flor de laranjeira – Para o amor.
Camomila– Calmante, contra depressão e ansiedade.
Cana-de-açúcar (palha e bagaço) – Dá força e vigor para enfrentar as situações do dia a dia.
Canela– Condensador de fluidos benéficos, destrói miasmas astrais; afrodisíaco; atrai a prosperidade.
Cebola (casca) – Desagrega energias negativas de ordem sexual; afasta fluidos indesejados.
Capim limão/Capim Santo – Bom para acalmar e trazer bons fluidos.
Cravo – Afrodisíaco, estimulante, aumenta o magnetismo pessoal e atrai a prosperidade.
Eucalipto– Desagrega as energias negativas e enfermiças, renova nossas energias, equilibra o emocional.
Erva Doce– Acalma e harmoniza o ambiente, desagregando energias enfermiças e nocivas.
Girassol (folhas) – Excelente condensador de fluidos positivos; ajuda a aguçar a intuição.
Guiné – Quebra formas-pensamento baixas e ajuda na comunicação com os bons espíritos. Bom contra obsessões de natureza sexual.
Hortelã – Bom para proteção e contra o desânimo.
Ipê amarelo – Para harmonizar ambientes.
Laranja (flor, folhas e casca) – Estimula o amor nos tornando mais atraentes; também torna o ambiente mais agradável e “leve”.
Levante – Bom para proteção e abertura de caminhos.
Limão (casca) – Queima os fluidos negativos e enfermiços.
Lírio – Bom para nos tornar mais puros, simples e humildes; estimula nosso lado compreensivo e amoroso.
Louro (“a folha do sacerdote”) – Excelente para aguçar a intuição e para a prosperidade.
Maçã (folhas, flores e casca) – Desperta nossa sensibilidade ao amor e aumenta nosso poder magnético de atrair o que nos agrada.
Malva – Acalma e desperta a sensibilidade.
Manjericão – Ótimo para tirar as energias negativas, trazer vida ao ambiente e às pessoas; aumenta o magnetismo pessoal; atua contra a depressão e ansiedade.
Maracujá (flor) – Para fortalecer nossos laços de amizade.
Melissa – Acalma os ânimos e nos torna mais alegres; limpa e sutiliza o corpo astral.
Morango (folhas e fruto) – Desperta o prazer em todos os sentidos.
Noz moscada – Aguça a intuição, ajuda na comunicação astral e é boa para a prosperidade.
Poejo – Ótima para proteção e para acalmar os ânimos.
Pitanga (folhas) – Prosperidade e proteção.
Patchuli – Bom para o amor, a prosperidade e a intuição, fortalecendo o magnetismo pessoal.
Salsa – Usada para a proteção, afasta a negatividade.
Sálvia– Considerada a erva da saúde, serve para limpeza, proteção e intuição.
Rosa branca – Desperta o amor à espiritualidade.
Rosa vermelha – Desperta a paixão.
Rosa cor-de-rosa – Desperta o amor maternal, filial e fraternal.
Romã (casca e flores) – Utilizada para a prosperidade, protege contra as emanações provindas da inveja e do ódio.
Orquídea – Desperta a libido.
Receitas de Banhos e Defumação
Para depressão e purificar a aura: Salsinha, anis-estrelado e alecrim
Acabar com os males e desagregar energias negativas: Banho de cerveja
Prosperidade financeira: Salsinha com noz-moscada
Para ajudar no comércio: Alecrim, abre-caminho, hortelã, levante, girassol, cana, açúcar mascavo. (Fazer banho, defumação e passar no chão do escritório ou loja.)
Para o amor: Anis-estrelado, calêndula, rosa vermelha, patchuli, malva branca e jasmim.
Para atrair a sorte: Milho de galinha, abre-caminho, café e açúcar mascavo.
Purificar o espírito e fortalecer o mental: Levante, alecrim e hortelã.
Para a saúde, ajuda a fortalecer pessoas debilitadas: Banho de leite com levante (feito às terças e quintas feiras).
Para prosperidade: Pó de café, açúcar, louro, manjericão, folha de pitanga, hortelã.
Para descarga forte: Folhas de eucalipto, casca de alho, palha ou bagaço de cana (seco), folha de bambu, folha de pinhão roxo.
Para descarga de energias sexuais densas: Cravo, canela, casca de alho roxo, erva-doce, casca de limão.
Para cansaço ou depressão: sementes de girassol, semente de imburana, anis-estrelado. (Exercícios respiratórios ajudam muito. Deixar no ambiente o preparado com essas ervas, de modo que o vapor fique no ar; respirar com calma, sem pressa e sem esforço.)
Contra a insônia: Pétalas de rosa, erva-sândalo, hortelã e cravo da Índia.
Para afastar a obsessão e alcoolismo: Alho, salsão, arruda, guiné, espada de São Jorge, folha de fumo, folha de mangueira, levante e cipó mil-homens
Para abrir caminhos: Açucena, agrião, angico, aroeira e espada de São Jorge
Para ajudar no desenvolver da espiritualidade: Jasmim, anis-estrelado e alfazema.
As ervas acima servem para banhos e defumações. Para defumar, as ervas precisam estar secas.
DEFUMAÇÃO para prosperidade: Noz moscada, cana, incenso (resina), folha de louro, canela em pó, arroz com casca e alfazema
DEFUMAÇÃO para descarrego de energias pesadas: Manjericão, alecrim, mirra (resina), alfazema e arruda.
(Obs.: O incenso e a mirra são resinas e servem apenas para defumação. NÃO se usa resina para banhos.)

FONTE: ADRIANO CAMARGO

FAZES DA LUA - MAGIA LUNAR

  1. Lua Nova: a lua nova é boa para simpatias de saúdefeitiços de cura de doenças. Boa fase lunar para trabalhos espirituais de liberação de processos judiciais presos em tribunais. Boa fase da lua para simpatias de emagrecimento. Excelente lua para fazer limpeza espiritual ,e libertação de energia de eguns, maldições, feitiços, pragas, inveja etc.
  2. Lua Crescente: boa fase lunar para para simpatias de prosperidadefeitiços para atrair sorte, crescimento e abertura de caminhos financeiros e profissionais. Boa também para simpatias de atração amorosa. Excelente lua para fortalecer a espiritualidade com banhos de ervas do orixá de cabeça.
  3. Lua Cheia: excelente fase lunar para simpatia e feitiços de amor, muito boa também para trazer a pessoa amada de volta. Excelente fase da lua para despertar ou aumentar o amor e principalmente as energias sexuais. Boa fase lunar para quem precisa fazer simpatias para engordar.
  4. Lua Minguante: lua minguante é excelente para simpatias e feitiços onde queremos afastar pessoas indesejáveis, rivais ou inimigas de nosso convívio, boa lua para trabalhos de limpeza espiritual de residências e comércios, é uma fase muito boa para realização de banhos de descarrego. Excelente fase lunar para quebra de diversos feitiços e macumbas feitas contra nós.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

FORMAS NEGATIVAS DE PENSAMENTO


É possível criar, com formas de pensamento, elementos que venham a prejudicar pessoas, plantas, objetos.

Uma experiência prática pode facilmente demonstrá-lo ao mesmo tempo em que pode ser usada para testar o poder da bênção e o dom da cura.


Para tal, devem ser usadas sementes de plantas de fácil crescimento, escolhidas a esmo, de forma que não haja uma ou outra de melhor qualidade e plantadas em igual número em três vasos de planta de tamanho igual e material igual.

Dentro deles será colocado um composto de terra, esterco e nutrientes pesados e que tenha peso igual para os três vasos.


Nestes vasos, a uma profundidade medida, serão colocadas as sementes e cobertas com igual quantidade de terra. As três plantas deverão ser colocadas em lugar onde permanecerão e regadas adequadamente sempre com a mesma quantidade de água.

Os vasos deverão ter uma distância entre si de 50 centímetros e estarem todos expostos a igual quantidade de luz e sombra.


Início da experiência


Escolher a esmo um dos vasos. Impor as mãos sobre o mesmo, fazer uma prece e desejar que planta cresça viçosa, sem pragas e rapidamente. Escolher entre os dois vasos restantes, mais um e impor as mãos sobre ele desejando que a planta morra. No terceiro vaso nada fazer.

Esse será o testemunho de controle. Conforme já foi dito, regar sempre com quantidade igual de água usando o medidor graduado e repetir sempre que regar a bênção e maldição sobre os vasos destinados à bênção e à maldição.

Incrível será o resultado: a planta abençoada chega a crescer 70% mais em relação à planta-testemunho, a amaldiçoada pode não chegar a germinar ou tornar-se raquítica e cheia de doenças, morrendo depois.

Ao terminar a experiência, não se esqueça de pedir a Deus perdão por ter destruído a planta amaldiçoada e que isso é feito apenas como demonstração para os incrédulos.Acreditamos que após esta experiência ninguém mais duvidará de que a bênção e a maldição são possíveis.



Aline Santos é Jornalista,Terapeuta Holística,Taróloga, Cabalista, Professora, Escritora, Palestrante, e Pesquisadora de Ciências Ocultas, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica e Tarô Terapêutico.

O QUE É A MAGIA?


“Na Idade Media, uma pessoa era acusada de magia, quando ficava estabelecido que por meios diabólicos, ela se empenhava conscientemente em alcançar alguma coisa”, (M. Berthelot).


No século XXI, pode-se ainda encontrar a acusação de bruxaria (magia), quando fica estabelecido que alguém, através de meios pretensamente sobrenaturais, alcança resultados declarados impossíveis por intermédio de qualquer outro meio.


Na Idade Média, os Magos eram queimados vivos acusados de bruxaria; no século XXI, eles são cobertos de ridículo, o que parece pior, uma vez que o ridículo jamais concebeu mártires.


Em seu horror pelo sobrenatural, a ciência moderna rejeita impiedosamente cada tentativa que julga ser operada segundo princípios ignorados por seus dogmas estabelecidos. Assim rejeita o milagre, da mesma forma que todo evento relevante do domínio da religião.


Por seu turno, a religião tem horror da ciência; ela receia que a ciência se ponha a esmiuçar suas práticas e lá descubra um reino de fatos, naturais e patentes que, reduzidos as suas justas proporções, tornariam inútil qualquer qualidade relativa às coisas sacerdotais, ela teme que o sábio assuma o lugar do sacerdote.


Assim, a religião rejeita todo milagre que não seja operado segundo os princípios consagrados por seus dogmas estabelecidos.


Logo, que qualquer um que efetue e seja bem sucedido em uma experiência, fora das leis cientificamente reconhecidas, é tratado impiedosamente de louco pela ciência e de partidário do demônio pela religião.


E cada partido tem um nome preparado para indicar esse demente e esse excomungado: é um mago, um bruxo, dizem eles.


Acontece que o mago é apenas um pesquisador, tentando fazer com que o sobrenatural se encaixe no natural.


Quanto à magia, afinal de contas e segundo a expressão de Karl Du Prel, é apenas “a ciência natural desconhecida”.


Atualmente a magia, vê-se novamente como objeto de estudos positivos e profundos.




ALINE SANTOS: É Jornalista, Terapeuta Holística, Taróloga, Professora, Escritora, Palestrante, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica e Tarô Terapêutico.



Bibliografia:


1 - P.V. Piobb, Formulaire de Haute Magie


2 - Papus, Tratado Elementar de Magia Prática


3 - Dr. Baraduc, La Force Vitale.


4 - Charles Barlet, artigo de L’Initiation


5 - Eliphas Levi, Dogma e Ritual de Alta Magia


6 - Marcelin Berthelot, Origines de l’Alchimie


7 - Dante Alighieri, Divina Comédia

O QUE É MAGIA? CONTINUAÇÃO



A Magia se dedica aos fluidos que, propriamente ditos, são a manifestação de um estado energético da matéria, conhecida em parte pela ciência atual: ela começa onde termina a física.

A Alta Magia conquistou a atenção das pessoas sérias, dos espíritos mais esclarecidos. Ela aparece como uma ciência bastante incompleta,uma vez que, até aqui, seus segredos foram velados pelos mistérios dos símbolos e por serem suas leis de muito difícil percepção. A Alta Magia repousa sobre o princípio de que, na natureza, existem forças ocultas a que denominamos fluidos. Esses fluidos são de três naturezas:

1ª - Magnética e puramente terrestre;

2ª - Vital e principalmente humana;

3ª - Essencial e geralmente cósmica.

Os nomes pelos quais esses fluidos eram designados na antiguidade variam conforme a maneira adotada por cada povo, na apresentação dos elementos de uma teoria reservada apenas a um pequeno número de iniciados.

A Alta Magia considera forças pouco conhecidas , mas naturais, que podem ser utilizadas de quatro formas:

a) 1ª - O homem atuando sobre si mesmo;

2ª - O homem atuando sobre seu mundo exterior;


b) 3ª - Os fluidos atuando no astro (a Terra);

4ª - Os fluidos atuando fora do astro (sistema solar).


As duas primeiras formas se referem aos fluidos de que o homem pode dispor, enquanto que as duas últimas dizem respeito aos fluidos espalhados na natureza, daí, segundo antigas concepções, surgem duas espécies de magia :

a Magia Microcósmica (a) e a Magia Macrocósmica (b).

Cada uma dessas quatro formas, funciona de duas maneiras:

a) a maneira pessoal;

b) a maneira cerimonial.

A maneira é pessoal, quando o fenômeno se opera sem o auxílio de qualquer rito exterior. É cerimonial no caso contrário.

Por esta última forma é que a Alta Magia se confina ao domínio das religiões.

Poder-se-ia mesmo dizer que a religião, em suas manifestações exteriores, não seria outra coisa além da Alta Magia cerimonial.

A esse respeito, disse Charles Barlet: “A Magia cerimonial é uma operação pela qual o homem procura, através do próprio jogo das forças naturais, reprimir as potências invisíveis de diversas ordens, a fim de que funcionem segundo o que delas é requerido”.

Daí os pantáculos, as substâncias especiais, as rigorosas condições de tempo e lugar que devem ser observadas.

Quanto à Magia Pessoal, sua importância não é menor. Somente ela poderá divulgar os segredos do mecanismo de duas forças empregadas quotidianamente pelo homem: o Amor e o Verbo.

O Amor é uma alavanca poderosa cujo papel Dante precisou neste verso, conclusão de sua obra:

“ L’Amor Che muove Il sole e l’altre stelle” ( O Amor, que move o sol e as outras estrelas).

E sobre o qual Papus se pronunciou com bastante ponderação:

“A Magia, considerada sinteticamente, é a ciência do amor”.

A Magia, no entanto, é também a ciência do verbo. E o verbo é outra alavanca, mais possante e ainda mais misteriosa que o amor.

Em sua natureza terrestre, o verbo é atributo unicamente do homem: é pelo verbo que ele exprime seu pensamento, que se comunica com seus semelhantes, que os convence às próprias idéias, os guia e conduz; é ainda pelo verbo que ele consegue acender o amor.

O verbo é quase desconhecido, não obstante, Dr. Baraduc constatou sua potência, assim corroborando os princípios mágicos:

“O Verbo”, disse ele, “chega a modificar a vitalidade visceral e psíquica do indivíduo e, sucessivamente, tornando-o subjetivamente doente ou bem de saúde”.

Podemos ver como são perturbadores os problemas que a Alta Magia envolve, da mesma forma como vemos o quanto são profundos os mistérios cujo véu ela ergue.

Compreende-se que tais problemas e tais mistérios tenham resfriado o entusiasmo da maioria dos adeptos e que ninguém tenha querido assumir a responsabilidade de divulgá-lo.


ALINE SANTOS
É Jornalista, Terapeuta Holística, Taróloga, Professora, Escritora, Palestrante, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica e Tarô Terapêutico.
Bibliografia:

1 - P.V. Piobb, Formulaire de Haute Magie

2 - Papus, Tratado Elementar de Magia Prática

3 - Dr. Baraduc, La Force Vitale.

4 - Charles Barlet, artigo de L’Initiation

5 - Eliphas Levi, Dogma e Ritual de Alta Magia

6 - Marcelin Berthelot, Origines de l’Alchimie

7 - Dante Alighieri, Divina Comédia

ENCANTAMENTOS E MALDIÇÕES


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Tentar fazer mal a um ser vivente seja ele pessoa, animal ou planta, não agrada ao seu criador, Deus, que os antigos hebreus chamavam de Senhor Meu (Adonai).


Dos Espíritos:

Há espíritos bons e espíritos maus, como há pessoas boas e pessoas más. A índole boa ou má de uma pessoa não é alterada pelo fato de ela ter perdido o corpo físico e ser agora um ser desencarnado.


A simples proximidade de um espírito desencarnado maligno pode alterar o nosso campo vibratório ou campo áurico e levar a doenças físicas e a perda de energia.


Vampirismo: A perda de energia será tratada em um próximo artigo


O ato de crer ou não crer não invalida os encantamentos ou maldições, mas pode, no caso de não se crer, criar uma certa barreira que dificulta a agressão espiritual.


Tomamos por exemplo a maldição aos arqueólogos que descobriram a Mastaba de Tutankamon, o Faraó Menino. Todos os que participaram da abertura da sala mortuária morreram de forma estranha.


Fica difícil conversar com pessoas que não são capazes de encarar o encantamento e a maldição cientificamente por questões dogmáticas, religiosas ou por ignorância mesmo, já que duvidar a priori de um fato sem estudá-lo é anticientífico.


É bom que se saiba que contrariar a vontade de Deus desejando mal não é uma coisa digna a se fazer e acarreta conseqüências.


O ciclo da maldição ou do encantamento


Qualquer trabalho de maldição ou encantamento depende muito do poder de volição do oficiante (é preciso desejar ardentemente que a maldição se realize) e de elementos que liguem, conectem o que pronuncia a maldição ao amaldiçoado.


São pedaços de roupa usada, objetos de uso pessoal ou pedaços de pele, sangue, urina, cabelo, saliva, unhas, enfim, qualquer coisa que seja parte da pessoa que vai ser amaldiçoada.


Há uma tendência moderna de associar o encantamento e a maldição à magia e a complicados rituais.


É bem verdade que os magos não se dedicam a tal prática. Apenas alguns seres abjetos são capazes de praticá-los.


O mago sabe que a maldição e o encanamento percorrem um ciclo, ou melhor, um círculo e voltam sempre ao ponto de partida, que é aquele que proferiu a maldição ou encanamento.


A bênção e a maldição


Aquele que é capaz de pronunciar uma bênção (não como as que são pronunciadas pelos sacerdotes em geral, que não têm nenhum efeito prático, mas a que sai da alma acompanhada de um intenso desejo e certeza de que será realizada). É capaz de pronunciar uma maldição, mas, a bem da verdade, estará prejudicando a si próprio, pois que esse poder de volição não deve jamais ser usado para o mal. Aquele que assim o fizer será indigno diante de Deus.


E acarretará mais mal a si mesmo do que a outros, pois todo o mal desejado retornará multiplicado para a fonte emissora.


Aline Santos é Jornalista,Terapeuta Holística,Taróloga, Cabalista, Professora, Escritora, Palestrante, e Pesquisadora de Ciências Ocultas, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica e Tarô Terapêutico.